|
Prevenção
da surdez infantil
Entre as causas genéticas de surdez, a consangüinidade
entre os pais é um fator de risco para a criança que
vai nascer. Assim, se o homem e a mulher forem parentes
em algum grau, faz-se necessário a orientação do médico.
Além disso, a gestante deve buscar orientações quanto
à nutrição e de tratamentos médicos de eventuais doenças,
a fim de evitar as causas de surdez. Um nascimento prematuro,
o baixo peso da criança pode estar associado com surdez.
Assim como, algumas doenças, dentre elas a sífilis,
a toxoplasmose, quando ocorrem na gestante, podem causar
surdez e outras anomalias na criança. Outro fator de
risco é a rubéola, a qual pode ser evitada através de
vacina que toda a mulher deveria fazer antes de engravidar.
Após o nascimento a criança pode ficar surda se tiver
meningite, caxumba, sarampo ou pelo uso de medicamentos
tóxicos para o ouvido.
Dessa forma, deve-se evitar a automedicação e sempre
consultar o médico de seu filho para conhecer sobre
os riscos de medicamentos que podem causar surdez.
E, em caso de suspeita de surdez, ou seja, a criança
não responde a alguns sons: não acorda com ruídos súbitos
e altos, como o bater de uma porta, procure imediatamente
um médico.
O tratamento, na criança surda, deve ser iniciado cedo,
ou seja, já nos primeiros meses, uma vez que o mesmo
favorecerá a aquisição da linguagem.
Fga.
Sirlei Ciotta
CRFa-SC- 8343
25/01/2006

|